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Arquivo de dezembro, 2008

O sucesso é ser feliz! dez 23

1. Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos.
Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2. Estude sempre e muito.
A glória pertence aquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, ou está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4. Seja grato a quem participa das suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe.
Agradecer e a melhor maneira de deixar todos motivados.

5. Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtém energia para crescer.
Os perdedores dizem: “Isso não é para nós”.
Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

6. Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.
Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado.
Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

7. Tenhas metas claras.
A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas.
Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdicio de tempo, energia e dinheiro.

8. Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida
saudável.
Seu corpo é seu templo.
Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem de você também.

9. Declare o seu amor.
Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atenção:
elegância e bom senso são fundamentais.

10. Amplie os relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11. Seja simples.
Retire de sua vida tudo o que lhe da trabalho e preocupação desnecessários.
Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12. Mulher, não imite o modelo masculino.
Os homens fizeram sucesso a custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem
duvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que vocês conosco.
Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e lucrativa.

13. Tenha um orientador.
Viver e decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer.
Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14. Jogue fora o vicio da preocupação.
Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15. O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16. Tenha amigos vencedores.
Campeões falam com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral.

17. Diga adeus a quem não merece.
Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento e masoquismo, atrapalha sua vida. Se você tiver um cônjuge que não esteja usando, empreste, venda, alugue, doe e deixe espaço livre para um novo amor.

18. Resolva.
A pessoa do próximo milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários. Saiba tomar decisões, mesmo às antipáticas. Você otimizara seu tempo e seu trabalho. A vida fluirá muito melhor.

19. Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadissimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20. Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas.
Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21. Perdoe.
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22. Arrisque!
O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir, e o único risco que corre será o de engordar.

23. Tenha uma vida espiritual.
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração, meditação são forças de inspiração.

Roberto Shinyashiki

Tantra Totem dez 23

Quatro coisas na vida que não se recuperam:
A Pedra – depois de atirada
A Palavra – depois de proferida
A Ocasião – depois de perdia
O Tempo – depois de passado

Case-se com alguém que você goste de conversar. A medida que vocês forem envelhecendo, seu talento para conversa se tornara tão importante quanto todos os outros.

Não acredite em tudo que ouve;
Não gaste tudo que tem;
Não durma tanto quanto gostaria;

Nunca ria dos sonhos dos outros. Quem não tem sonhos tem muito pouco.

Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa.

Lembre-se que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.

Quando você perder, não perca a lição.

Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade.

O Mito da Caverna – Platão dez 23

O texto “O Mito da Caverna”, do filosofo grego platão, é muito conhecido de nome, porém acredito que muita gente não conheça seu conteúdo. Para matar a curiosidade (se é que alguem tem), segue abaixo o famoso texto. Um abraço a todos!

O Mito da Caverna – Platão

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados.
Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para a frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados.
A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.
A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa.
Entre ela e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes.
Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.
Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.
Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna.
Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.

Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira.
Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.

Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol, e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela.
Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.
Libertado e conhecedor do mundo, o priosioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.

Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo.

Extraído do livro “Convite à Filosofia” de Marilena Chaui.

Use filtro solar dez 23

Este texto foi extraído de um vídeo institucional realizado pela agência de publicidade DM9. Foi escrito pela jornalista americana Mary Theresa Schmich para ser lido em uma formatura. Excelente texto, que teve uma tradução para o português também feita por Pedro Bial, para a Rede Globo.

Amigas e amigos da classe de 1997… usem filtro solar.
Se eu pudesse dar a vocês uma única dica para o futuro, diria: “usem filtro solar”.

Os benefícios, a longo prazo, do uso do filtro solar foram cientificamente provados.
Porém, os demais conselhos que dou baseiam-se unicamente em minha própria
experiência de vida.
Eis aqui um conselho:
Desfrute do poder e da beleza de sua juventude.
Oh, esqueça! Você só vai compreender o poder e a beleza de sua juventude quando já tiverem desaparecido.
Mas acredite em mim: dentro de vinte anos, você olhará suas fotos e compreenderá, de um jeito que não pode compreender agora, quantas oportunidades se abriram e quão fabuloso(a) você realmente era.

Você não é tão gordo quanto você imagina.
Não se preocupe com o futuro; ou se preocupe, se quiser, mas saiba que se
preocupar é tão eficaz quanto tentar resolver uma equação de álgebra simplesmente mascando chiclete.
Os problemas que realmente têm importância em sua vida são aqueles que nunca passaram por sua cabeça, como aqueles que tomam conta de você às 4 da tarde em alguma terça-feira ociosa.

Todos os dias, faça alguma coisa que seja realmente assustadora.

Cante.

Não trate os sentimentos alheios de forma irresponsável, e não tolere aqueles que agem de forma irresponsável com os seus sentimentos.
Use fio dental.
Não perca tempo com a inveja; às vezes você ganha, às vezes você perde. A corrida é longa e, no final, você conta apenas consigo mesmo(a).

Lembre-se dos elogios que recebe, esqueça os insultos.
(Se conseguir fazer isso, diga-me como).

Guarde suas cartas de amor, jogue fora seus velhos extratos bancários.

Alongue-se.

Não se sinta culpado se não souber muito bem o que quer ser na fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não tinham idéia, aos 22 anos, do que fazer na vida; outras, não menos interessantes, mesmo com 40 anos ainda não sabem.

Tome bastante cálcio.
Seja gentil com seus joelhos, você sentirá falta deles quando não funcionarem mais.

Talvez você se case, talvez não.
Talvez tenha filhos, talvez não.
Talvez se divorcie aos 40, talvez dance uma valsinha quando fizer 75 anos de casamento.
O que quer que faça, não se orgulhe e nem se critique demais. Todas as suas escolhas têm 50% de chance de dar certo, assim como as escolhas de todos os demais.

Curta seu corpo e use-o de todas as maneiras que puder.
Não tenha medo dele ou do que as outras pessoas pensam dele. Seu corpo é o
melhor instrumento que você possui.

Dance.

Mesmo que o único lugar que você tenha para fazer isso seja sua sala de estar.
Leia todas as instruções, mesmo que não as siga.

NÃO leia revistas de beleza, elas apenas farão você se sentir feio(a).
Saiba entender seus pais.
Você nunca saberá quando eles deixarão de viver.
Seja amável com seus irmãos mais velhos, pois eles são o melhor vínculo com o passado e são aqueles que muito provavelmente, no futuro, nunca te deixarão na mão.
Entenda que os amigos vem e vão, mas que há uns poucos, preciosos, que você deve guardar com carinho.

Trabalhe duro para superar distâncias e estilos de vida, pois à medida que você envelhece, mais você precisa das pessoas que conheceu na juventude. More um tempo em Nova Iorque, mas mude-se antes que a cidade transforme você em uma pessoa dura.
More um tempo no norte da Califórnia, mas mude se antes de tornar-se uma pessoa mole demais.

Viaje.

Aceite certas verdades eternas: os preços sempre vão subir, os políticos são mulherengos, e você também vai envelhecer.
E quando você envelhecer, vai fantasiar que, quando você era jovem, os preços eram aceitáveis, os políticos tinham almas nobres e as crianças respeitavam os mais velhos.

Respeite seus idosos.

Não espere apoio de ninguém. Talvez você tenha um investimento, talvez tenha um cônjuge rico.
Mas você nunca sabe quando um ou outro pode te deixar na mão. Não mexa muito com seu cabelo, ou quando você tiver 40 anos, ele terá a aparência de 85.

Tenha cuidado com as pessoas que te dão conselhos, mas seja paciente com elas. Um conselho é uma forma de nostalgia: dar conselhos é uma forma de resgatar o passado da lata de lixo, limpá-lo, esconder as partes feias e vendê-lo por um preço maior do que realmente vale.

Mas acredite em mim quando me refiro ao filtro solar.

Lei básica da natureza… dez 23

É uma lei básica da natureza, para que possamos viver bem e para que esse mundo possa existir: Precisamos Amar as Pessoas e Usar as Coisas, e nunca Amar as Coisas e Usar as Pessoas.

Seja um Idiota – Arnaldo Jabor dez 23

A idiotice é vital para a felicidade

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz!
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!…
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer?
Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Qual a sua experiência? dez 23

Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela.

Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e e acabei me viciando.

Já roubei beijo, Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo.

Já confundi sentimentos, Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais dificeis de se esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.

Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.

Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.

Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.

Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
“- Qual sua experiência?”
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
“- experiência…experiência…”

Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência?

Não!!!

Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!