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Arquivo da categoria "Politica"

Copa do mundo rolando e os políticos fazendo a festa… jun 25
Os tribunais superiores do País se propõem a pagar até R$ 8.479,71 a funcionários que têm apenas instrução fundamental e desempenham funções de apoio, como copeiros, contínuos ou operadores de copiadora. O salário inicial é de R$ 3.615,44.

Essa situação será criada pela aprovação do projeto de lei 6.613/2009, em tramitação no Congresso Nacional. A proposta dá um reajuste médio de 56% aos 100 mil funcionários do Judiciário. Com ele, profissionais de nível técnico poderão ganhar até R$ 18.577,88 e os de nível superior, R$ 33.072,55 – acima do teto do serviço público, que é de R$ 26.723,13.

Esses super salários não constam do projeto de lei, cujo anexo informa apenas o valor do vencimento básico, somado a uma gratificação. Mas os contracheques podem engordar até dobrar de tamanho se foram somadas vantagens pessoais.
É o caso do analista judiciário. Pelas tabelas que circulam no Congresso, ele ganharia, no topo, R$ 16.324,61. Mas o vencimento bruto chega a R$ 33.072,55, num caso extremo. É o caso de um profissional que ocupe um cargo de confiança, chamado “cargo em comissão”, que lhe rende um adicional de até R$ 7.596,39, esteja nessa situação há duas décadas, recebendo por isso dez “décimos”, num total de R$ 7.791,17, e tenha doutorado, ganhando por isso R$ 1.360,38 a mais.

“Alguns servidores podem chegar a essa situação, mas isso é coisa de 1% a 2% da carreira”, disse Jailton Mangueira Assis, coordenador de Administração e Finanças do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no Distrito Federal (Sindjus-DF). “Cerca de 60% não têm incorporação nenhuma.”
Da mesma forma, ele explica que os profissionais de nível básico com salários polpudos são exceção. “Deve ter umas 100 ou 200 pessoas, no máximo, nessa condição”. Segundo sindicalista, há muito tempo não se faz concurso público para profissionais de nível fundamental, pois atualmente empresas terceirizadas se ocupam dessas funções.
O principal argumento dos funcionários do Judiciário para obter o reajuste é que seus salários estão defasados em relação aos dos colegas do Executivo e do Legislativo. Isso estaria provocando alta rotatividade nos tribunais, “com prejuízos no que se refere à celeridade e à qualidade da prestação jurisdicional”, diz a justificativa ao projeto de lei. Parecer da área econômica diz o contrário: se os reajustes foram concedidos, os funcionários do nível técnico e auxiliar ganharão mais do que o equivalente no Executivo, o que é inconstitucional.

O projeto de lei foi enviado ao Congresso em dezembro passado, com a assinatura de todos os presidentes de tribunais superiores. Em maio, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, visitou o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Temer negou que tenham discutido o reajuste. A matéria foi aprovada pela Comissão de Trabalho da Câmara na semana passada. Precisa passar por mais duas comissões.
“Estamos na expectativa de um acordo com o Ministério do Planejamento que permita levar o projeto para o plenário”, explicou Assis. Isso encurtaria o tempo de tramitação. Do contrário, não haverá tempo para votar o projeto antes do recesso parlamentar. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, tem dito que não há como pagar o reajuste este ano.

O custo estimado dos reajustes no Judiciário, que variam de 52,88% a 81,85%, é de pelo menos R$ 6,4 bilhões e beneficia 100 mil pessoas. Em comparação, o aumento de 7,72% das aposentadorias acima de um salário mínimo, sancionado semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, beneficia 8,4 milhões de pessoas e custará R$ 8,3 bilhões no total.
Fonte: ESTADÃO
Mas e dai? Quem se importa? O que importa é o Brasil na copa do mundo! Vamos que vamos, Brasil…
A Evolução do Ensino da Aritmética abr 22

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…

Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas…

Relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do
preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo? ( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)

Direitos Humanos? fev 19

Condenado por morte do menino João Hélio vai morar na Suíça.

Ezequiel Toledo de Lima, um dos acusados de participação do assassinato do menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, no dia 7 de fevereiro de 2007, já está na Suíça com a família. Ele foi solto no último dia 10 pelo juiz da Vara de Infância e da Juventude, que ainda determinou que Ezequiel ingressasse no Programa de Proteção à Criança e Adolescente, destinado aos que estão ameaçados de morte.

Ezequiel teria sofrido ameaças de morte no Instituto João Luiz Alves, onde cumpriu pena. A mãe do rapaz também teria sido ameaçada. Através da organização não-governamental Projeto Legal, ele conseguiu embarcar para a Suíça, com garantia de casa e identidade novas para recomeçar sua vida.

O menino João Hélio foi arrastado por cerca de sete quilômetros, depois de ter ficado preso pelo cinto de segurança do carro da mãe, após um assalto na Rua João Vicente, perto da Praça do Patriarca, em Oswaldo Cruz. Os bandidos abandonaram o carro na Rua Caiari, com o menino já morto.

Fonte: JBOnline

E ai? Que maldição de justiça é essa? Na minha opinião, tanto os responsáveis por essa “ONG” (grupo criminoso) Projeto Legal, quanto o bandido disfarçado de Juiz, deveriam pegar pena de morte.

E a familia do João Hélio? e o João Hélio, que direitos tem? Cada dia mais me convenço que nesse país só vale a pena ser bandido. Na atual situação do Brasil, só guerra civil resolve.

Conversa entre pai e filho, antes de adormecer, em uma cidade norte-americana jan 30

Filho: Pai, por que é que tivemos que atacar o Iraque?

Pai: Porque eles tinham armas de destruição em massa, filho.

Filho: Mas os inspetores não encontraram nenhuma arma de destruição em massa.

Pai: Isso é porque os iraquianos as esconderam.

Filho: E por que é que nós invadimos o Iraque?

Pai: Bom, as invasões funcionam sempre melhor que as inspeções.

Filho: Mas depois de os termos invadido, ainda não encontramos nenhuma arma…

Pai: Isso é porque as armas estão muito bem escondidas. Mas haveremos de encontrar alguma coisa, provavelmente antes mesmo das próximas eleições.

Filho: Para que é que o Iraque queria todas aquelas armas de destruição em massa?

Pai: Para as usar numa guerra, claro.

Filho: Estou confuso. Se eles tinham todas essas armas e planejavam usá-las numa guerra, então porque é que não usaram nenhuma quando os atacamos?

Pai: Bem, obviamente não queriam que ninguém soubesse que eles tinham aquelas armas, por isso eles escolheram morrer aos milhares em vez de se defenderem.

Filho: Isso não faz sentido. Porque é que eles haveriam de escolher morrer se tinham todas aquelas armas poderosas para lutar contra nós?

Pai: É uma cultura diferente. Não é necessário fazer sentido.

Filho: Pai, não sei o que é que você acha, mas não me parece que eles tivessem quaisquer daquelas armas que o nosso governo dizia que eles tinham.

Pai: Bem, não interessa se eles tinham ou não aquelas armas. De qualquer modo nós tínhamos outra boa razão para os invadir.

Filho: E qual era?

Pai: Mesmo que o Iraque não tivesse armas de destruição em massa, Saddam Hussein era um cruel ditador, o que é outra boa razão para invadir um país.

Filho: Por que? O que é que um ditador cruel faz para que seja correto invadir o seu país?

Pai: Bom, pelo menos uma coisa, ele torturava o seu próprio povo.

Filho: Assim como fazem na China?

Pai: Não compare a China com o Iraque. A China é um bom parceiro econômico, onde milhões de pessoas trabalham por salários de miséria, em condições miseráveis, para tornar as empresas norte-americanas mais ricas.

Filho: Então, se um país deixa que o seu povo seja explorado para o lucro das empresas americanas, é um bom país, mesmo se esse país tortura o povo?

Pai: Certo.

Filho: Por que é que o povo no Iraque era torturado?

Pai: Por crimes políticos, principalmente, como criticar o governo. As pessoas que criticavam o governo no Iraque eram presas e torturadas.

Filho: Não é isso o que também acontece na China?

Pai: Já disse, a China é diferente.

Filho: Qual é a diferença entre a China e o Iraque?

Pai: Bom, ao menos por uma coisa: o Iraque era governado pelo partido Baas enquanto que a China é comunista.

Filho: Você não tinha dito uma vez que os comunistas eram maus?

Pai: Não, só os comunistas cubanos são maus.

Filho: Por que é que os comunistas cubanos são maus?

Pai: Por que as pessoas que criticam o governo em Cuba são presas e torturadas.

Filho: Como no Iraque?

Pai: Exatamente.

Filho: E como na China, também?

Pai: Já disse, a China é um bom parceiro econômico. Cuba, por outro lado, não é.

Filho: Por que é que Cuba não é um bom parceiro econômico?

Pai: No início dos anos 60, o nosso governo fez umas leis tornando ilegal o comércio com Cuba até que eles deixassem de ser comunistas e começassem a ser capitalistas como nós.

Filho: Mas se nós acabássemos com essas leis, abríssemos o comércio com Cuba, e começássemos a fazer negócios com eles, isso não ajudaria os cubanos a tornarem-se capitalistas?

Pai: Não se faça de esperto!

Filho: Eu acho que não sou.

Pai: Bom, de qualquer modo, também não há liberdade de religião em Cuba.

Filho: Assim como na China?

Pai: Já disse, deixa de falar mal da China. De qualquer maneira, Saddam Hussein chegou ao poder através de um golpe militar, por isso ele não era realmente um líder legítimo.

Filho: O que é um golpe militar?

Pai: É quando um general toma o poder pela força, em vez de eleições livres como nós temos nos Estados Unidos.

Filho: O líder do Paquistão não chegou ao poder através de um golpe militar?

Pai: Aah, sim, foi; mas o Paquistão é nosso amigo.

Filho: Como é que o Paquistão é nosso amigo se o seu líder é ilegítimo?

Pai: Eu nunca disse que o general Pervez Musharraf era ilegítimo.

Filho: Mas você acabou de dizer que um general que chega ao poder pela força, derrubando o governo legítimo de uma nação, é um líder ilegítimo!

Pai: Só Saddam Hussein. Pervez Musharraf é nosso amigo, porque ele nos ajudou a invadir o Afeganistão.

Filho: E porque é que nós invadimos o Afeganistão?

Pai: Por causa do que eles nos fizeram no 11 de setembro.

Filho: O que é que o Afeganistão nos fez no 11 de setembro?

Pai: Bem, em 11 de Setembro de 2001, dezenove homens, quinze dos quais da Arábia Saudita, desviaram quatro aviões e lançaram três contra edifícios, matando mais de 3.000 norte-americanos.

Filho: E onde é que o Afeganistão entra nisso tudo?

Pai: O Afeganistão foi onde esses homens maus foram treinados, sob o regime opressivo dos Talibãs.

Filho: Os Talibãs não são aqueles maus radicais islâmicos que cortam as cabeças e as mãos das pessoas?

Pai: Sim, são esses. Não só cortavam as cabeças e as mãos das pessoas, como também oprimiam as mulheres.

Filho: Mas o governo Bush não deu aos Talibãs mais de USD 40.000.000,00 em maio de 2001?

Pai: Sim, mas esse dinheiro foi uma recompensa porque eles fizeram um bom trabalho na luta contra as drogas.

Filho: Na luta contra as drogas?

Pai: Sim, os Talibãs ajudaram a impedir as pessoas de cultivarem papoulas de ópio.

Filho: Como é que eles fizeram tão bom trabalho?

Pai: É simples. Se as pessoas fossem apanhadas cultivando papoulas de ópio, os Talibãs cortavam-lhes as mãos e as cabeças.

Filho: Então, quando os Talibãs cortavam as cabeças e as mãos das pessoas que cultivavam flores, isso estava certo, mas não se eles cortavam as cabeças e as mãos por outras razões?

Pai: Bom, nós achamos que é certo os radicais fundamentalistas islâmicos cortarem as mãos das pessoas por cultivarem flores, mas achamos cruel que eles cortem as mãos das pessoas por roubarem pão.

Filho: Mas na Arábia Saudita eles também não cortam as mãos e as cabeças das pessoas?

Pai: Isso é diferente. O Afeganistão era governado por um patriarcado tirânico que oprimia as mulheres e as obrigava a usar burqas sempre que elas estivessem em público, e as que não cumprissem tal ordem eram condenadas à morte por apedrejamento.

Filho: Mas as mulheres na Arábia Saudita não têm também que usar burqas em público?

Pai: Não, as mulheres sauditas simplesmente usam uma vestimenta islâmica tradicional.

Filho: Qual é a diferença?

Pai: A vestimenta islâmica tradicional usada pelas mulheres sauditas é uma roupa modesta, mas em moda, que cobre todo o corpo da mulher, exceto os olhos e os dedos. A burqa das afegãs, por outro lado, é um instrumento maligno da opressão patriarcal que cobre todo o corpo da mulher, exceto os olhos e os dedos.

Filho: Parece-me a mesma coisa com um nome diferente.

Pai: Você não vai querer comparar o Afeganistão com a Arábia Saudita. Os sauditas são nossos amigos.

Filho: Mas você não disse que 15 dos 19 piratas do ar do 11 de setembro eram da Arábia Saudita?

Pai: Sim, mas foram treinados no Afeganistão.

Filho: Quem é que os treinou?

Pai: Um homem chamado Osama Bin Laden.

Filho: Ele era do Afeganistão?

Pai: Aah, não, ele era também da Arábia Saudita. Mas era um homem mau, um homem muito mau.

Filho: Se bem me lembro, ele já tinha sido nosso amigo.

Pai: Só quando nós o ajudámos e aos mujahadin a repelir a invasão soviética do Afeganistão, nos anos 80.

Filho: Quem são os soviéticos? Não eram do Império do Mal, comunista, que Ronald Reagan falava?

Pai: Já não há soviéticos. A União Soviética acabou por volta de 1990, e agora eles têm eleições e capitalismo como nós. Agora os chamamos de russos.

Filho: Então os soviéticos, quero dizer, os russos, agora são nossos amigos?

Pai: Mais ou menos. Eles foram nossos amigos durante uns anos, quando deixaram de ser soviéticos, mas depois decidiram não nos apoiar na invasão do Iraque, por isso agora estamos aborrecidos com eles. Também estamos aborrecidos com os franceses e com os alemães porque eles também não nos ajudaram a invadir o Iraque.

Filho: Então os franceses e os alemães também são maus?

Pai: Não completamente, mas suficientemente maus para termos mudado o nome das French Fries (batatas fritas) e das French Toasts para Freedom Fries (batatas da liberdade) e Freedom Toasts.

Filho: O Iraque não foi um dos nossos amigos nos anos 80?

Pai: Sim, durante algum tempo.

Filho: Saddam Hussein não era então o líder do Iraque?

Pai: Sim, mas nessa altura ele estava em guerra contra o Irã, o que fazia dele nosso amigo.

Filho: Porque é que isso fez dele nosso amigo?

Pai: Porque naquela altura o Irã era nosso inimigo.

Filho: Isso não foi quando ele lançou gás contra os curdos?

Pai: Sim, mas como ele estava em guerra contra o Irã, nós fazíamos de conta que não víamos, para lhe mostrar que éramos seus amigos.

Filho: Então, quem lutar contra um dos nossos inimigos torna-se automaticamente nosso amigo?

Pai: A maior parte das vezes sim.

Filho: E quando alguém luta contra um dos nossos amigos torna-se automaticamente nosso inimigo?

Pai: Às vezes isso é verdade. Porém, se as empresas americanas puderem lucrar vendendo armas para ambos os lados, ao mesmo tempo, tanto melhor.

Filho: Por que?

Pai: Porque a guerra é boa para a economia, o que significa que a guerra é boa para a América. Além disso, já que Deus está do lado da América, quem se opõe à guerra é um ateu, anti-americano, comunista. Percebes agora porque é que atacamos o Iraque?

Filho: Acho que sim. Nós atacamos porque era a vontade de Deus, certo?

Pai: Sim.

Filho: Mas como é que nós sabíamos que Deus queria que atacassemos o Iraque?

Pai: Bem, Deus fala pessoalmente com George W. Bush e lhe diz o que fazer.

Filho: Então, basicamente, você está dizendo que atacamos o Iraque porque George W. Bush ouve vozes na cabeça?

Pai: Moleque, cala a boca, fecha os olhos e dorme!